Psicoterapia de abordagem psicanalítica. Atendimento online e presencial, adolescentes e adultos.
Pensar, compreender e elaborar nossas experiências emocionais.
Para a Psicanálise, nosso funcionamento psíquico atual tem relação com o desenvolvimento do mesmo ao longo da história singular de cada um, marcada por seus diversos acontecimentos e pelas relações afetivas presentes em nossa vida, desde o início. Lidamos a todo momento com novos acontecimentos que nos afetam de diferentes formas. Situações mais “corriqueiras”, como um desentendimento com alguém próximo a nós, bem como marcos, como a perda de um ente querido, separações, casamentos, a vinda de um filho, a conclusão da fase escolar, afetarão cada um de nós de forma singular e isso dependerá da qualidade destes acontecimentos, do nosso entorno (que pode ser mais ou menos suportivo), bem como da bagagem que já trazemos com nossa história.
Alguns dos objetivos de uma psicoterapia de abordagem psicanalítica são conseguirmos cada vez mais pensar nossas experiências emocionais, compreendê-las, nos acolhermos e sustentarmos psiquicamente, a fim de conseguirmos lidar de forma mais favorável com os acontecimentos de nossa vida ou de mudarmos padrões de comportamento/relacionais que repetimos e nos trazem sofrimento. Isso pressupõe o encontro na terapia com um ambiente acolhedor, confiável, e um olhar, uma escuta, muito particular e especial do terapeuta, que auxiliará o paciente neste percurso.
A busca por uma psicoterapia por vezes é muito desafiadora, desde nosso reconhecimento de que seria bom, necessário, ter uma ajuda, passando pela escolha de um terapeuta, até a primeira ida ao consultório. Alguns medos passam por nós nesse momento, como o medo do desconhecido, de como será uma psicoterapia, se irá sentir-se bem com o terapeuta, e isso é natural. Poder identificar e acolher esses medos e receios neste primeiro momento pode ser importante para conseguirmos seguir em frente.
Os primeiros encontros entre o paciente e o terapeuta são importantes para ambos se conhecerem, para que o paciente possa perceber como se sente com o terapeuta, se tem vontade de retornar, bem como esclarecer dúvidas que possam surgir. Nesse momento o terapeuta também explicará sobre a psicoterapia, falarão sobre horários, valor da sessão, entre outras coisas. Às vezes procuramos a psicoterapia sem ter certeza se necessitamos, se este tipo de terapia poderia nos ajudar, e é neste momento inicial que, com a ajuda do terapeuta, poderemos ter maior clareza sobre isso.
A psicoterapia se dá através de conversas (chamamos de “sessões”), que ocorrem semanalmente, em um determinado horário que será combinado entre o paciente e o terapeuta. São conversas livres, nas quais o paciente poderá falar sobre o que lhe ocorrer, sem ter uma direção específica a seguir. O terapeuta estará presente com seu olhar e escuta atentos, fazendo parte desta conversa, que irá sendo construída por ambos e que visa dentre outras coisas ajudar o paciente a pensar e elaborar suas experiências, conhecendo-se cada vez melhor.
O primeiro encontro com o psicoterapeuta, por vezes não é cobrado (tal conduta varia entre os profissionais) por ser compreendido como um momento muito inicial, de conhecimento mútuo. Normalmente o psicoterapeuta terá um valor estipulado de sua sessão de terapia, ou seja, quanto cobra cada sessão, mas o terapeuta poderá ter uma margem de flexibilidade para ajuste do valor, quando necessário, considerando as possibilidades do paciente. Tal conversa também acontecerá neste momento inicial.
Dificuldades de relacionamento, passagem por acontecimentos difíceis (perdas, mudanças grandes na vida, como com a vinda de um filho, por exemplo, adoecimentos, mudanças na vida profissional), sensação de vazio, de falta de sentido na vida, crises de ansiedade, incômodo em relação a nós mesmos por nos sentirmos com dificuldade em alguma esfera da vida relacional, afetiva, sexual, profissional, são algumas dentre inúmeras situações que nos causam sofrimento e nos levam a buscar uma psicoterapia.
Normalmente buscamos psicoterapia quando nos sentimos com algum comportamento, sofrimento, insatisfação, e percebemos que está muito difícil de conseguir mudar sozinhos, não dependendo apenas de “querermos” nos sentir ou fazer diferente.
Mariana Maia Munhoz - Psicóloga e Psicanalista, CRP 06/88934
Psicóloga formada pela FMU- 2007, especializada em Psicologia clínica hospitalar pelo HC-FMUSP- 2009, mestre em Psicologia clínica pela USP- 2014, com formação em Psicanálise pelo instituto Sedes Sapientiae- 2018. Atuou como psicóloga clínica no InCor-HCFMUSP durante aproximadamente 10 anos, sempre em conjunto com seu consultório particular, no qual segue atuando. Mantém sua formação clínica continuamente através de sua análise pessoal, grupos de estudos e supervisões.
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